• 13 pessoas JULGADAS e CONDENADAS por crime de trânsito estão PRESAS, 11 em regime fechado e 2 em semiaberto

    by  • 31 de August de 2014 • AGENDA • 0 Comments

    Antes de mais nada, este número pode ser maior,  dependemos da informação dos familiares de vítimas e da mídia para a atualização destes dados. A atualização de hoje foi recebida através de uma familiar de vítima e se refere a prisão acontecida em 13 de maio de 2013.

    O Movimento Não Foi Acidente sabe que esse é um número pífio diante da violência viária existente em nosso país. No entanto, 11 não é ZERO!

    As pessoas ao serem condenadas pelo tribunal do júri a cumprir a pena em regime fechado, se já não estiver presa, têm o direito a recorrer em liberdade. Dessa forma, a maioria das pessoas condenadas sai pela porta da frente, ainda em liberdade. Os casos em que o réu é condenado, mas está recorrendo em liberdade  não estão em nossas estatísticas.

    Em nossa estatística estão os que já estavam presos no dia do julgamento e por isso permaneceram presos ou que, após os recursos esgotados, a prisão foi decretada.

     

    26/08/2014 –Acácio de Almeida – São Roque – SP

    Hilton Bezerra dos Santos (30), preso desde o dia do atropelamento, foi julgado pelo tribunal do júri e foi condenado a 14 anos de reclusão por homicídio com dolo eventual, porque ao dirigir sob efeito de bebida alcoólica ele assumiu o risco de matar.

    Conheça a história:

    O crime de trânsito aconteceu na cidade de São Roque – SP. O motorista atropelou e matou Acácio de Almeida, (82), em agosto de 2013. Segundo a polícia, o motorista invadiu a calçada e atropelou o aposentado, que estava na frente da casa dele, na Vila Mike. Socorrido, morreu após duas horas. Testemunhas disseram à polícia que o motorista estava visivelmente embriagado, mas ele se recusou a fazer o teste do bafômetro. No hospital ele foi submetido a exame de sangue que contatou a presença de álcool.

    O juiz Flávio Roberto de Carvalho argumentou: “Não é normal você levar o motorista que está dirigindo embriagado ao dolo eventual. Na maioria dos casos é homicídio culposo. Eu acho que isso muda. Mostra ao Brasil que temos que seguir as leis. Com o nosso problema de motoristas embriagados nós estamos matando mais do que as guerras. Se você somar o que morreu de gente na Palestina, em Gaza, não dá o total de pessoas que estão morrendo no trânsito”.

    O advogado de defesa disse que vai recorrer. “A ideia é que ele volte a ser julgado pelo Tribunal do Júri”. A defesa vai recorrer enquanto houver possibilidade”, explicou o advogado Glauber Bez.

     

    Fonte: http://g1.globo.com/sao-paulo/sorocaba-jundiai/noticia/2014/08/motorista-e-condenado-em-sao-roque-por-matar-e-atropelar-idoso.html?utm_source=twitterfeed&utm_medium=twitter

     

     

    26/08/2014 – Vítimas Idalina Alves de Jesus, Caio Henrique Alves Duarte, Cristovão Alves Duarte, Tiago de Souza Andrade

    São José do Rio Preto – SP

    Luciano Rosa Macedo (36), foi condenado a 92 anos/6meses/20dias, a sentença fói proferida pelo juiz da 5ª Vara Criminal, Caio César Melluso. Ele estava preso desde o dia do crime na penitenciária de Irapuru, na região de Dracena e, terá de cumprir a pena em regime fechado.

    Conheça a história:

    Em 7 de maio de 2012, o veiculo VW/Gol conduzido por Luciano, com 6 ocupantes (número acima do permitido), tentou ultrapassar um caminhão em local proibido. Ao invadir a pista contrária, o carro dele bateu de frente contra um veículo GM/Corsa dirigido pelo frentista Felipe Eloy Ronda, na época com 18 anos. Morreram no desastre: a mulher de Luciano: Idalina Alves de Jesus (40) e os sobrinhos dela: Caio Henrique Alves Duarte (12), Cristovão Alves Duarte (10) e Tiago de Souza Andrade (23). Ficaram gravemente feridos: Hevilasio Coelho Alves Barbosa, 14 anos na época, filho de Idalina e, o condutor do veículo Corsa. Segundo o promotor José Heitor dos Santos, “essa é uma pena inusitada no Brasil. É um recado importante para a sociedade, de que não se pode beber, dirigir e matar as pessoas no trânsito”. Márcia Daniela de Oliveira, defensora pública que atuou como advogada de Luciano afirmou que, vai recorrer da sentença.

    Fonte: http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Estradas/204231,0,Motorista+que+dirigiu+bebado+e+matou+4+pega+92+anos+de+prisao.aspx

     

     

    26/06/2014 – Rodrigo Queiroz de Freitas – Rio Verde – GO

    Foi condenado a  11 (onze) anos de reclusão e 06 (seis) meses de detenção em regime inicialmente fechado, pela pratica do crime de homicídio qualificado por meio cruel e recurso que impossibilitou a defesa da vítima.

    Conheça a história:

    Em um atropelamento no dia 19 de maio de 2013, por volta das 00hrs30min, na cidade de Rio Verde – GO, levando á óbito a senhora Isaura Rodrigues de Araujo e causando lesão corporal de natureza leve em Denize Araujo Leandro, o autor de tal conduta estava com a capacidade psicomotora reduzida em razão da influência por álcool.

    Fonte: recebemos a cópia da sentença

     

     

    10/03/2014 – Marcos Vinicius Henrique de Abreu  – Campo Grande – MS

    Foi condenado a 14 anos de prisão, por homicídio qualificado, o universitário Ryan Douglas Wehner Vieira, 21 anos.

    Conheça a história:

    Em uma disputa de racha, o jovem, que estava bêbado, matou Marcos Vinicius Henrique de Abreu no dia 31 de março de 2013. De acordo com a sentença do juiz da 1ª Vara do Tribunal do Júri, Aluízio Pereira dos Santos, Ryan foi condenado por homicídio qualificado, pela morte de Marcos, e tentativa de homicídio qualificado, pois Letícia Souza Sant, então namorada da vítima, também estava dentro do carro atingido. Conheça o caso:  A disputa entre os veículos começou no cruzamento das avenidas Afonso Pena e Duque de Caxias. Alguns metros depois, houve o acidente que envolveu ainda mais dois automóveis. O Polo acabou batendo em um poste, derrubando-o. O carro partiu ao meio e Marcus morreu horas depois na Santa Casa. A namorada dele, que também estava no automóvel, quebrou o braço esquerdo e ficou quatro dias internada. Ryan foi autuado em flagrante e já teve o pedido de liberdade provisória negada.

    fontes:

    http://www.campograndenews.com.br/cidades/capital/estudante-e-condenado-a-14-anos-de-prisao-por-matar-jovem-durante-racha

    http://g1.globo.com/videos/mato-grosso-do-sul/t/todos-os-videos/v/juri-popular-julga-acusado-de-participar-de-um-racha-em-2013/3202565/

     

     

    19/08/2013 – Caso Ronaldo Soares e Raiza Guedes – João Pessoa – PB

    O empresário Rodrigo Artur da Fonseca foi condenado a 17 anos e dois meses em regime fechado por homicídio doloso no julgamento aconteceu no 2º Tribunal do Júri de João Pessoa.

    Conheça a história:

    Em 16 de julho de 2011, Ronaldo Soares (19) e Raíza Guedes (17) perderam suas vidas na Avenida Epitácio Pessoa em Paraíba – João Pessoa. Segundo o Ministério Público, Rodrigo Artur da Fonseca dirigia em alta velocidade, quando cruzou o sinal vermelho colidindo com o veículo em que estavam os estudantes. O motorista apresentava sinais de embriaguez.

    fonte: http://www.agorapb.com.br/2013/08/acusado-de-matar-raiza-guedes-e-ronaldo.html

     

    23/05/2013 – Caso Maria Eduarda Nunes Mesquita e Vanderley Donizete Rodrigues

      Uberlândia – MG*

    A Justiça condenou Reginaldo (31), a 11 anos e seis meses de prisão pelo atropelamento e morte da menina Maria Eduarda Nunes Mesquita (6), e mais seis anos de reclusão por três tentativas de homicídio por ter atropelado outras três crianças, que ficaram feridas no acidente. Por ter atropelado e matado o motociclista, a juíza da Vara de Crimes Contra a Pessoa, Ivana Fidelis Silveira, condenou o eletricista a mais cinco anos de prisão. Da decisão ainda cabe recurso, e o réu continuará preso.

    Conheça a história:

    Em abril de 2011, Reginaldo Freitas Ribeiro estava no carro dele com a mulher e, segundo a Polícia Militar, avançou o sinal de “PARE” em uma esquina do bairro Nova Uberlândia, zona sul da cidade, e atropelou o motociclista Vanderley Donizete Rodrigues (36). Após atropelar o motociclista, o eletricista perdeu o controle do veículo a atingiu mais quatro crianças que brincavam na calçada da casa, cerca de 150 metros de distância da esquina. O homem passou por cima de Maria Eduarda, que sofreu politraumatismo e traumatismo craniano. Na época, a PM informou que Ribeiro estava em alta velocidade e com sintomas de embriaguez. Tanto o motociclista quanto a criança Maria Eduarda faleceram.  As outras três crianças atropeladas pelo eletricista ainda guardam sequelas do acidente.

    fonte: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/brasil/2013/01/24/justica-condena-eletricista-a-22-anos-de-prisao-por-morte-de-crianca-e-motociclista.htm

     

    13/05/2013 – vítimas: Mirela Rabelo Portugal e Daniela da Costa Nery

    Petrópolis – RJ – SEMIABERTO

    O juri popular aconteceu no dia 19 de abril de 2012 na Vara Criminal de Petrópolis – RJ, e condenou Pedro Miranda Mack. A sentença foi dada pelo juiz Carlos André Spillman, da 1ª Vara Criminal, que condenou Pedro a 7 anos e 8 meses de prisão. Pedro Luiz Miranda Mack foi a júri popular em abril de 2012, condenado, aguardava resposta de um recurso na Justiça, que foi negado em maio de 2013, mês em que foi preso. O caso foi o primeiro do estado do Rio  a julgar, e condenar um crime de trânsito pelo tribunal do júri como um crime de homicídio com dolo eventual, quando o autor assume o risco do resultado. Desde a prisão em 13 de maio de 2013, ele cumpre em regime semiaberto no Complexo Gericinó em Bangu, A informação sobre a prisão, bem como, sobre o semiaberto foi recebida através da FanPage do Facebook do Movimento Não Foi Acidente, por Marceli Rabelo, prima de Mirela, uma das vítimas.

    Conheça a história:

    Mirela Rabelo Portugal (22) e Daniela da Costa Nery (31), saíam na madrugada de 14 de julho de 2007, por volta das 5h40m, de uma boate localizada no distrito de Itaipava, quando foram atropeladas e mortas pelo carro dirigido por Pedro Luiz Miranda Mack, na época com 22 anos. Pedro fugiu do local sem prestar socorro às vítimas.

    fonte: http://g1.globo.com/rj/regiao-serrana/noticia/2013/05/condenado-por-atropelar-e-matar-jovens-em-petropolis-rj-e-preso.html

    26/03/2013 – Caso Fátima Lopes – João Pessoa – PB

    Eduardo Paredes foi condenado a 12 anos de prisão por homicídio doloso e lesão corporal. O julgamento de Eduardo Paredes aconteceu no 2º Tribunal de Júri, em João Pessoa. O Ministério Público desde o inicio defendeu que Paredes fosse condenado por homicídio doloso, o que poderia deixá-lo na cadeia por até 20 anos, já a defesa insistiu em homicídio culposo, ou seja, quando não há intenção de matar.

    Conheça a história:

    Na primeira vez que o psicólogo Eduardo Paredes tirou a vida de uma pessoa, foi em janeiro de 2010, meses depois, ele dirigia uma caminhonete e avançou o sinal vermelho, colidiu com o carro da defensora pública Fátima Lopes (56). Ela ia à igreja com seu esposo, quando aconteceu o desastre no cruzamento das Avenidas Epitácio Pessoa e João Domingos em João Pessoa (PB). A suspeita era de que o psicólogo estaria embriagado e em alta velocidade. O marido de Fátima, Carlos Marinho, ficou gravemente ferido. O réu foi detido em flagrante, mas conseguiu habeas corpus.

    fonte: http://www.tjpb.jus.br/julgamento-de-eduardo-paredes-acusado-no-caso-fatima-lopes-ocorre-no-forum-criminal-da-capital/

    Caso ocorrido na cidade de Mar de Espanhas – MG*

    Condenação de  Ademar Pessoa Cardoso em 13/11/2012  e prisão na semana seguinte

    Condenação de Ismael Keller Lott em 2004 e prisão em  05/12/2013

    Conheça a história:

    Uma brincadeira que tirou 5 vidas, Ademar e  Ismael Keller Lott apostaram R$ 2 mil para quem chegasse primeiro na cidade vizinha. O racha não teve vencedor porque os dois bateram em um Fusca no qual estava Júlio César Ferreira Viana (32), Adriana (31), Victória (2), Theodora (7 meses) e Isabel Benedicta (93), todos morreram. O julgamento de Ademar foi desmembrado do de Ismael. A tragédia aconteceu em 5 de abril de 1996 na estrada que liga Mar de Espanha à Bicas – MG 126, Minas Gerais.

    Condenação de Ademar Pessoa Cardoso:

    A decisão do STF saiu em 13 de novembro de 2012, já a prisão do o médico Cardoso aconteceu na semana seguinte. Mesmo após 16 anos da data do crime, o réu deve cumprir 12 anos e nove meses em regime fechado na cadeia pública da cidade.

    A condenação de Ismael Keller Lott:

    A Polícia Civil (PC) de Mar de Espanha prendeu, na tarde de 5 de dezembro de 2013, o empresário Ismael Keller Loth, envolvido em um racha na MG-126, que liga a cidade à Bicas. O outro envolvido, o médico Ademar Pessoa Cardoso, já havia sido preso em novembro de 2012 e cumpre pena de 12 anos e nove meses. O caso ocorreu em 1996. Ismael também foi condenado a 12 anos de prisão em 2004 e entrou com diversos recursos durante o período. No entanto, uma decisão do Supremo Tribunal de Justiça negou o último recurso e determinou que a pena fosse cumprida. Segundo a PC, os agentes foram até a casa do condenado por volta das 17h, mas ele não estava. Porém, por volta de 19h50, o próprio Ismael se apresentou na Delegacia.

    fonte: Caso réu Ademar Pessoa Cardoso: http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/uma-condenacao-definitiva-por-homicidio-doloso-no-transito

    fonte: Caso réu Ismael Keller Lott: http://www.acessa.com/cidade/arquivo/noticias/2013/12/06-apos-17-anos-envolvido-em-racha-de-mar-de-espanha-e-preso/

     

     

     30/11/2012 – Caso Família Ramalho – João Pessoa – PB

    Atualmente, REGIME SEMIABERTO

    João Paulo Guedes Meira foi julgado e condenado a 32 anos e 06 meses, devendo cumprir 15 anos em regime fechado sem direito a recurso em liberdade, pelas mortes de Francisco de Assis Guerra Ramalho (49),  Matheus Cavalcanti Ramalho (16) e Antônio de Pádua Guerra Ramalho (53).

    Conheça a história:

    Era um domingo, 6 de maio de 2007, aproximadamente 23 horas, um veículo Golf dirigido pelo estudante João Paulo Guedes Meira, então com 22 anos, dirigia em alta velocidade pela avenida Epitácio Pessoa e não respeitou os seguidos sinais vermelhos. João Paulo estava sob o efeito de álcool e quando avançou outro sinal vermelho (o terceiro), que cruza a Epitácio com a Rua Professor José Leite, acertou em cheio um Palio, matando três pessoas da família Ramalho. O desastre aconteceu em João Pessoa – PB. João Paulo ficou solto por quase dois anos respondendo em liberdade e quando foi decretada a prisão em janeiro de 2009 ele fugiu e passou quase três anos foragido. O réu se entregou em dezembro de 2011 e desde então, estava preso.

    Em 1 de abril de 2014, a justiça concedeu regime semiaberto para João Paulo Guedes Meira, na ocasião, Nina Ramalho, filha de uma das vítimas fatais,  afirmou: Não iremos nos calar!

    E Davi Lopes, filho de Fátima Lopes, morta em um crime de trânsito e que, é um dos 9 casos em que a pessoa foi condenada e cumpre em regime fechado diz:  “Liberdade condicional só com 1/3 de pena cumprida. E para progredir de regime ele teria q cumprir 1/6 de pena. Precisa ser apurado!”

    fontes:

    Condenação:  http://inga-cidadao.com/geral/caso-ramalho-joao-paulo-meira-e-condenado-a-15-anos-de-prisao-em-regime-fechado

    Regime Semiaberto: http://portalcorreio.uol.com.br/noticias/justica/estadual/2014/04/16/NWS,238900,40,268,NOTICIAS,2190-JUSTICA-CONCEDE-REGIME-SEMIABERTO-CONDENADO-PELA-MORTE-PARTE-FAMILIA-RAMALHO.aspx

     

     

    28/02/2012 – Mayana de Almeida Duarte – Campo Grande – MS

    Anderson de Souza Moreno condenado em 28/02/2012 a 18 anos e 9 meses de prisão, sendo 17 em regime fechado sem direito a nenhum benefício de progressão de regimeO outro acusado de envolvimento no desastre que provocou a morte da jovem, Willian Jhony de Souza Ferreira, de 25 anos, foi absolvido do homicídio, mas foi considerado culpado por dirigir embriagado e disputar racha em via pública.

    Conheça a história:

    Era mais ou menos  3h do dia 14 de junho de 2010. O réu que foi absolvido, disse que saiu de um bar com Moreno (condenado), cada um em seu veículo, e que estavam a caminho de uma lanchonete. Na Avenida Afonso Pena, perto da rua Rio Grande do Sul, Ferreira disse que percebeu que os carros estavam em alta velocidade e que isso poderia provocar um acidente. Por isso, segundo ele, resolveu parar o veículo. O rapaz disse que Moreno passou por ele e parou por uns instantes, para dizer que não iria mais ao encontro marcado na lanchonete. Em seguida, acelerou e continuou em velocidade. No cruzamento com a rua José Antônio, houve o acidente envolvendo os carros de Moreno e Mayana Duarte. No seu depoimento no tribunal, Moreno negou todas as acusações. O rapaz disse que não estava disputando racha e não ultrapassou sinal vermelho.

    Fonte:  http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2012/02/juri-absolve-um-e-condena-outro-acusado-de-morte-em-racha-em-ms.html

     

     

    20/10/2010 – Caso André de Barros – Maceió – AL

    Rafael Teixeira foi a júri popular e condenado a 8 anos e 4 meses de prisão.

    Conheça a história:

    Era manhã de  domingo no bairro de  Murilópolis em Maceió (AL) quando, um veiculo Ranger que, segundo testemunhas, vinha em alta velocidade e ziguezagueando, subiu no canteiro acertou a árvore e colidiu frontalmente com o veículo em que André (49) estava e o matou. O acidente foi presenciado por dezenas de pessoas que passavam pelo local, inclusive por uma promotora de justiça que, decretou a prisão de Rafael Teixeira. A promotora também suspeitou que, o motorista havia ingerido bebida alcoólica pelas características e, as suspeitas aumentaram, sobretudo, depois que os policiais encontraram latas de cerveja vazias dentro do veículo, parcialmente destruído.

    fonte: http://www.alagoas24horas.com.br/conteudo/?vEditoria=Justi%E7a&vCod=94144

     

    Se você souber de algum caso com julgamento e prisão, por favor, entre em contatoconosco pelo email: falecom@naofoiacidente.org

    *Importante: nos casos de Mar de Espanhas (MG) e de Uberlândia (MG) não conseguimos contato com os familiares e não encontramos fontes que nos deem informações diferentes das expostas nessa postagem.

     

     

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    Pedagoga Especializada em Surdez e Psicoeducadora especializada em Teoria, Pesquisa e Intervenção em Luto.

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