• Documentário “Luto em Luta” entra em cartaz!

    by  • 19 de September de 2012 • AGENDA, NA MÍDIA • 16 Comments

    No dia 21 de setembro entra em cartaz em nove salas da Rede Cinemark de São Paulo, o documentário “Luto em Luta” com direção de Pedro Soffer Serrano que, mostra entre outras, a história de Vitor Gurman, bem como de Bruna e Miriam Baltresca, atropelados na calçada por motoristas embriagados.

    Na primeira parte o tema é a “barbárie” e os desastres de Vitor, Bruna, Miriam, Carol (vitima do motorista do Porsche), Edson Roberto (vitima do motorista do Camaro Vermelho) entre outros são focados.

    Na segunda parte, o tema é o “luto” com o depoimento de Rafael Baltresca que, conta como foi aquela madrugada em que recebeu a notícia da morte de sua mãe e de sua irmã e, a decisão em mostrar a sua “ferida”, abrindo mão de sua privacidade, em busca de uma mudança nas leis de trânsito que envolvam embriaguez ao volante. Gladys Ajzenberg (mãe de Vitor Gurman) lê uma carta em que conta sobre uma noite de lua cheia na qual ela e Vitor olharam admirados para o céu tamanha a beleza, isso aconteceu quando ele ainda era pequeno. Era uma lua tão linda e tão grande que, eles nunca mais viram outra igual. No entanto, desde então criaram o hábito de, onde quer que estivessem, ao olhar a lua cheia, lembrar um do outro. Para Gladys, a lua seria a lembrança que, Vitor teria dela quando no futuro, ela não estivesse mais aqui, mas de uma forma brutal, Vitor morreu aos 24 anos e, hoje ela é quem ao olhar para a lua cheia, se lembra do filho.

    Na terceira parte, o tema é a “luta” e mostra o Movimento “Viva Vitão – Não espere perder um amigo para mudar sua atitude no trânsito”, um grupo de pessoas que, após a perda irreparável do amigo, decidiu se mobilizar e transformar o seu luto em luta. O Movimento Não Foi Acidente mostra o que acontece hoje com as pessoas que cometem um crime de trânsito, explica sobre o Projeto de Lei e,  o que busca mudar.

    Durante o filme, depoimento de juristas, jornalistas, psicanalistas entre outros e, especialistas no assunto “trânsito” abordam o tema de maneira clara e objetiva.

    Sabemos que, não é um filme com apelo comercial, desta forma, se houver audiência, poderá ir para outras salas. Eu o assisti na pré-estreia e fiquei muito emocionada com a riqueza de detalhes e clareza nas falas. Um filme necessário e, para TODOS!

    Assistam o trailer oficial em:

    https://www.youtube.com/watch?v=QqdZ4cOFNzU&feature=player_embedded

    About

    Pedagoga Especializada em Surdez e Psicoeducadora especializada em Teoria, Pesquisa e Intervenção em Luto.

    16 Responses to Documentário “Luto em Luta” entra em cartaz!

    1. laura.dantas16@gmail.com
      19 de September de 2012 at 10:13

      Os nossos politicos, devido a grande incidencia de vitimas por irresponsabilidade de quem dirigi, não deveria precisar de assinaturas para colocar mais rigidez nas leis, eles sao eleitos para fazer acontecer, é uma pouca vergonha que o crime nesse Pais continue a mandar e fazer cada vez mais vitimas. Perdir uma adolescente aos 17 anos vitima de atropelo, sei a dor de todos que passaram e passam por isso, devemos perguntar aos nossos politicos “ATE QUANDO”, vamos continuar a ve vidas ceifadas por IRRESPONSABILIDADE, de poucos e ficam depois a “comemorar” a impunidade e a dirigir para continuar a dizimar o terror entre a população. Senhores pais de jovens infratores ao volante devido a bebida, ja se perguntaram se fossem voces no nosso lugar como se sentiriam, vcs não sabem e nem conhecem essa dor, so querem livrar a cara dos seus filhos e esqueçem dos filhos dos outros. DINHEIRO NÃO É TUDO. A vida pede Passagem. Obrigada.

    2. Harley Félix Caetano
      19 de September de 2012 at 10:20

      Olá. Não nos impressiona mais, vermos tantos acidentes e vidas serem levadas por atitudes de pessoas irresponsáveis, que não tem um pingo de amor pelas outras pessoas e por sí próprio. É triste afirmar, “não nos impressiona”, pois passou a ser cotidiano e “normal” num mundo em que vivemos. Muitos não se importam com as pessoas. Para estes, a diversão, a bebida, a droga é mais importante. A vida não é mais significante do que a oportunidade de se mostrar melhor ou maior do que os outros. Os que têm dinheiro, “compram” a sua fuga. Não ficam preso. Enquanto isso, famílias ficam chorando em suas casas a espera de “justiça” que nunca chega. E quando chega, não repara ou conforta o dano causado. ESTE “É O NOSSO BRASIL”. BRASIL DA IMPUNIDADE. BRASIL DA PERMISSÃO DA AGRESSIVIDADE, DA VIOLÊNCIA, DA MATANÇA… NÃO PODEMOS ACEITAR QUE ISSO CONTINUE A ACONTECER. TEMOS QUE FAZER COM OS DOUTORES DA LEI TOMEM ALGUMA ATITUDE. ISSO TEM QUE PARAR…

    3. Dijiani
      19 de September de 2012 at 21:11

      Meu Deus, essa lei precisa mudar…
      Minha família também chora pela morte de meu tio Gildo Rodrigues da Silva, ele foi vítima de um irresponsável que segundo a PM, embriagado e na contra mão bateu de frente com o veículo do meu tio que faleceu no local…meu tio tinha sonhos que jamais poderá realizar graças a esse covarde…minha família está em luto desde do dia 01/09/2012…
      QUEREMOS JUSTIÇA!!!!!

    4. Rosmary Mariano
      20 de September de 2012 at 0:07

      Vamos postar sua história em Por Quem? Eles não são números, são rostos. São pessoas felizes, amadas e que tinham uma vida inteira pela frente. A luta é por justiça, pelo fim da impunidade, pelo respeito que temos aos que se foram e por amor aos que ainda estão conosco. A homenagem é para cada um deles, que descansam ao lado do Pai celestial.

      http://nafoiacidente.org/blog/por-quem/

      Quer deixar uma homenagem a quem foi tirado de você por uma atitude irresponsável? Envie um e-mail para falecom@NaoFoiAcidente.org com o assunto ‘Por Quem’, uma foto em alta resolução – de preferência, sorrindo -, nome completo, idade, data do crime e um breve resumo. Desta forma, mostraremos aos brasileiros que os ‘números’ têm rostos.
      Obrigada!
      Rosmary Mariano rose@naofoiacidente.org

    5. Amaral Roque Bueno
      20 de September de 2012 at 15:44

      HOMICÍDIO NO TRÂNSITO: quais as conseqüências penais?

      A despeito de todo tecnicismo jurídico, os homens devem ter a consciência de que o Direito é um produto das relações sociais, cujos protagonistas são eles, chamados pelo filósofo Aristóteles de “seres sociais”. Nesse sentido, como as formas de interação social mudam de acordo com a evolução da sociedade, o Direito, como produto que é, também acompanha este avanço e o tratamento jurídico dado aos conflitos humanos é modificado ao longo do tempo. Como exemplo disso, o antigo crime de adultério, que correspondia a uma conduta repugnada pela sociedade brasileira de meados do século passado, deixou de ser considerado uma infração penal, pois tal conduta já não goza da mesma repugnância pela atual sociedade. Desse modo, vislumbra-se o Direito como fruto do ambiente social.
      Especificamente quanto ao assunto aqui abordado, o Direito Penal tem buscado tratar as mortes provocadas por motoristas de acordo os anseios da sociedade e aos princípios democráticos previstos na Constituição da República. Esta busca se deve ao fato de que os automóveis, com a expansão do capitalismo, tornaram-se objetos indispensáveis aos seres humanos e se multiplicaram vertiginosamente, fatos que implicam profundas alterações e conseqüências na sociedade. E mais uma vez, modificado o ambiente social, o Direito deve correspondê-lo, adaptando-se às novas exigências.
      Numa perspectiva temporal, pode-se dizer que, no Brasil, o trânsito viário passou a ser objeto de regulamentação específica no ano de 1997, com a promulgação da Lei n.º 9.503, denominada “Código de Trânsito Brasileiro” (CTB). Nesta lei, além das disposições administrativas, diversos crimes relacionados ao trânsito foram criados. Dentre eles, o homicídio culposo cometido na direção de veículo automotor.
      A partir dessa época, o ordenamento jurídico, que até então regulava o homicídios culposos ocorridos no trânsito pelo Código Penal, conheceu mais uma modalidade de homicídio. No entanto, como o comportamento dos referidos seres sociais são multifacetários e o Direito não é uma ciência exata, os juristas passaram a ter sérias dificuldades para analisar a conduta que causa a morte de uma pessoa no trânsito. E tudo isso se justifica na diferença entre crimes dolosos e culposos. Em 1997, enquanto o Código de Trânsito passou a estabelecer apenas a figura do homicídio culposo, o homicídio doloso ainda continuava (e continua) em vigor no Código Penal. Começa-se a indagar se uma pessoa pode cometer um homicídio no trânsito dolosamente. E se possível, qual a lei a ser aplicada e quais as penas.
      Para que tais dúvidas sejam solucionadas, obrigatoriamente, há que se distinguir a culpa do dolo. E a distinção se torna mais difícil por compreender modalidades especiais desses institutos: culpa consciente e dolo eventual. Nesse compasso, dar o enquadramento legal aos homicídios ocorridos no trânsito se torna tarefa árdua, tendo em vista a existência do homicídio culposo de trânsito (artigo 302 do Código de Trânsito), com pena de 02 a 4 anos, e o crime de homicídio doloso (artigo 121 do Código Penal), com pena de 06 a 20 anos ou até mesmo 12 a 30 anos. Como se percebe, a conceituação de conduta dolosa ou culposa determina a vida do acusado, pois há enorme disparidade entre as penas. E mais, enquanto o homicídio culposo é julgado por um Juiz, o homicídio doloso é julgado por um Júri Popular.
      Para fins de diferenciação, a literatura jurídica explica que culpa consciente é a violação de um dever de cuidado em que a imprudência, negligência ou imperícia do agente se soma à total consciência de que o evento danoso (no caso a morte) pode acontecer, porém, acredita piamente na sua inocorrência, e, para completar, não o deseja. Como exemplo, age com culpa consciente aquela pessoa que, ao lançar um cigarro acesso na vegetação, crê na inocorrência de um incêndio, mesmo sabendo da possibilidade de ocorrê-lo, e muito menos o almeja.
      Com conceito distinto, o dolo eventual, admitido na legislação brasileira por meio da adoção da teoria do consentimento, dá-se quando o agente assume o risco de produzir o resultado (morte). No dolo eventual, o agente, além de violar, de forma repudiável, um dever de cuidado, tem consciência do potencial risco de ofender o bem jurídico protegido e, mesmo assim, dá continuidade aos atos, pouco se importando se eles vão se consumar ou não. O agente é indiferente ao resultado danoso que pode ser provocado. Utilizando o exemplo acima, provocar ou não o incêndio é irrelevante para o agente, o que torna sua conduta mais reprovável e digna de uma pena maior.
      Ultimamente, o intenso tráfego de veículos automotores, conjugado com irresponsabilidade, busca de adrenalina e total falta de respeito às regras jurídicas, provoca verdadeiras tragédias no trânsito. Vidas e famílias são destruídas. A culpa, no sentido aqui referido (não querer ou não assumir a morte), por mais que esteja presente na maioria das mortes ocorridas no trânsito, definitivamente, não está presente em todos os homicídios praticados na direção de automóvel. Há situações, ainda que excepcionais, que o motorista atua com dolo e, portanto, deve responder pelo crime de homicídio doloso e se sujeitar a uma pena máxima de até 30 anos.
      Trafegar na contra-mão de direção, imprimir altíssimas velocidades, fazer uso imoderado de bebidas alcoólicas e/ou drogas, avançar sinal vermelho, sair em fuga policial, participar de “rachas” e praticar manobras perigosas, como os “cavalos-de-pau”, são condutas que indicam a prática de uma conduta dolosa pelo motorista.
      Recorrentes condutas como essas refletem os lamentáveis valores e necessidades deste milênio. O panorama social de 1997 já não é o mesmo de hoje, motivo pelo qual o Código de Trânsito vigente, cuja criação se deveu à necessidade de reprimir as condutas lesivas praticadas por motoristas, mostra-se obsoleto e insuficiente para disciplinar todas as mortes ocorridas no trânsito. Neste ambiente de circulação de carros, motos e pessoas, muitas mortes são provocadas a título de dolo. E o Direito Penal, a fim de se adaptar às novas exigências sociais, constantemente é reinterpretado.
      Resultado desse progresso, no final de 2008, o órgão judiciário mais importante em termos hierárquicos do país, o Supremo Tribunal Federal (STF), confirmou a decisão que condenou um motorista às penas do homicídio doloso. O caso apreciado pelo STF, conhecido como “Tragédia de Mar de Espanha”, ocorrido em 1996 na cidade de Mar de Espanha, Minas Gerais, envolvia a morte de cinco pessoas de uma mesma família. As vítimas foram atingidas por um motorista que se divertia fazendo um “pega” na estrada. Esta decisão, com certeza, abriu precedentes para que outros casos semelhantes recebam o mesmo tratamento.
      Disso tudo, pode-se concluir que o Direito sempre caminha conforme a evolução/transformação da sociedade. E como hoje os cidadãos estão amedrontados com a violência no trânsito, o tratamento jurídico, com o fim de assegurar a paz social, torna-se mais severo, pois eles são os protagonistas dessas mudanças. Assim, mortes ocorridas no trânsito podem configurar homicídio doloso, cominando-se penas muito maiores que aquelas do homicídio culposo. A inédita decisão do STF veio para confirmar tal tratamento.
      Portanto, que fiquem atentos os motoristas!
      Se muitos não se importam com a vida humana, praticando verdadeiras barbáries no trânsito, que se importem pelo menos com a pena a qual pode estar sujeito!

    6. Dijiani
      20 de September de 2012 at 22:27

      olá Rosmary Mariano, eu já enviei várias vezes a foto do meu tio em “Por quem” mas nunca foi divulgado, gostaria muito de saber porque ainda não foi divulgado. Mandei tudo corretamente como vocês pediram no site…grande abraço e parabéns pela campanha!

    7. Rosmary Mariano
      20 de September de 2012 at 23:52

      Dijiani,

      Por gentileza, envie em rose@naofoiacidente.org

      Obrigada!

    8. Dijiani
      24 de September de 2012 at 22:24

      Olá Rosmary, eu já enviei para você no sábado a foto e o resumo do acontecimento conforme manda o site.Agradeço desde já pela atenção.

      Obrigada!

    9. Rosmary Mariano
      25 de September de 2012 at 3:53

      Dijani, recebido e encaminhado para publicação em Por Quem, devido ao número elevado de mensagens, ainda não foi publicado. Conforme segue:
      Gildo Rodrigues da Silva – 44 anos – data do crime: 01/09/2012
      Era final da tarde na cidade de Porto Velho – RO, quando um veículo dirigido por Valdo Francisco Sobral que, segundo a polícia, apresentava sinais de embriaguez e, trafegava na contramão, colidiu com o carro de Gildo, causando a sua morte. A família sabe que, NãoFoiAcidente!
      Ficamos à sua disposição, caso você esteja no Facebook, passe seu endereço de perfil em meu email para poder add vc.
      Abs

    10. VES
      2 de October de 2012 at 0:20

      vcs acreditam no Brasil?

    11. Leticia
      2 de October de 2012 at 0:29

      Enquanto vigorar o disposto no artigo 44 do CP, nao havera pena de prisao para quem comete crime no transito. Todo crime de transito que resultar na morte de alguem u em lesao corporal é, por lei, de natureza culposa. Sendo ele culposo a pena de prisao é substituida obrigatoriamente por penas alternativas. Razao pela qual nao se justifica a prisao cautelar do autor deste crime, se quando condenado ficarà sujeito a pena alternatica diversa da prisao. Entao, nao devemos lutar apenas pelo endurecimento das penas, mas pela nao aplicacao do artigo 44 aos crimes culposos praticados no transito que resultae morte ou lesao corporal.

    12. elisabeth
      7 de October de 2012 at 15:28

      olâ queria pode conta um poco desce acidente corido no dia primeiro de setembro de 2012, no caso sou esposa de valdo francisco sobral e posso afrima pra vcs que ele ñ estava enbreagado nem adando contra mão, quando eu cheguem no local do acidente que tinha cido ocorido na esquina de minha csa o policia estava perguntando se meu esposo fizese o teste de alcoolemia na eu disse que eu queria que ele fizese que ele tinha condições de fazer, so que o policial fico andando pra lá e pra cá e veio e me dise que ele ñ tinha o teste porque o unico que tinha estava quebrabo,agora sobre a questão de que falamb que ele estava contra mão ele tambem ñ estava na batida o carro de Gildo rodou e ficou na mesma direção de que o carro de Valdo poriço o policial disse que ele estava contra , agora quero que pence comigo como meu esposo poderia esta erado sendo que o lado do pasagero do carro de gildo bateu no lado do motorista do lado de valdo , por valdo esta erado ela tinha que esta andando pela causada pra atingi o lado do passageiro dele. agora me falem vc ja perceberam que quem fica vivo é sempre o erado, eu ñ esto dizendo que o gildo estava erado porque realmente ñ sei porque o acidente foi um acidente sem muita espricação, vou conta oque aconteceu nesse dia. Au amanhecer eu e meu filhos e o valdo fomos ate o hospital da criança pega um exame do meu bebe de 4 meses que estava doentinho, ao sair de lá fomos ate uma distribuidora comprar uma televisão porque tinhão robado a nossa a um ano atras e estavamos sem, saindo de lá fomos a outra loja compra uma antena quando chegamos em casa ja era mais de 14:00 horas da tarde então o valdo falo que iria por um pedaço de carne pra asar que tinha tirado do congelador pro almoço mas como era tarde ele ñ queria mais almoça,então ele colocou essa carne pra assar quando ja estava quase assada ele disse pra mim que iria numa mercearia comprar uma cerveja pra ele tomar,então ele foi depois duns 20 30 minutos fiquei sabendo do acidente, o rapaz da mercearia disse que ele pego a cerveja colocou no banco do carro e fez o balão e saiu noque ele saiu uns 10 15 metros aconteceu o acidente. digo a vcs que ñ minto em nada no que falo se ele tivese bebido eu seria a primeira a punilo, ele fazia tudo srto com o carro dele porque nos so tinhamos esse carro que no casso era nossa casa, e nem pagamos ele apenas metade e nem tinhamos seguro. Não sofremos pelo carro mas por ser nossa casa, e digo a familia de Gildo que sinto muito mesmo rezo toda noite pela alma dele e familiares. digo a todos que lerem esse mensagen que saiba que o Valdo ñ teve culpa pelo o falecimento de Gildo.

    13. Lucival Castro Oliveira
      12 de October de 2012 at 13:40

      Alguém sabe me informar se esse documentário será disponibilizado nos cinemas de todo o Brasil? O documentário é tão crítico ao abordar a violência no trânsito da cidade de São Paulo, mas que não se restringe tão somente a ela. Logo, na minha opinião, ele deve ser mostrado em todo o país.

    14. Rosmary Mariano
      13 de October de 2012 at 4:38

      Concordo com você Lucival, mas um documentário que mostra as barbáries do trânsito não é um filme comercial. Vamos aguardar que, saindo em dvd, todos possam ter acesso. Abs

    15. Germana
      18 de December de 2012 at 11:19

      Boa tarde,
      sou de Minas Gerais e gostaria de ver o documentário “Luto em luta”. Sabe me dizer se ele será disponibilizado em DVD? Ou há alguma outra forma de acesso ao documentário?
      Obrigada.

    16. Rosmary Mariano
      20 de December de 2012 at 16:05

      Olá Germana,
      Acabei de fazer uma postagem sobre esse assunto, o filme já está disponível no youtube.
      Abs

      http://nafoiacidente.org/blog/documentario-luto-em-luta-entra-em-cartaz/

    Leave a Reply

    Your email address will not be published.

    This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.